Feliz de quem tiver uma PEDRA em SAGRES

Palavras-chave | Keywords

"Boca do Rio" "Ermida da Guadalupe" "Farol de São Vicente" "Fauna e Flora" "Fortaleza de Sagres" "Gentes & Paisagens" "Gentes de Vila do Bispo" "Geologia e Paleontologia" "História do Mês" "Martinhal" "Menires de Vila do Bispo" "Paisagens de Vila do Bispo" "Tales from the Past" 3D Abrigo Antiguidade Clássica Apicultura ArqueoAstronomia Arqueologia Experimental Arqueologia Industrial Arqueologia Pública Arqueologia Subaquática Arquitectura arte Arte Rupestre Artefactos Baleeira Barão de São Miguel Base de Dados Bibliografia biodiversidade Budens Burgau Calcolítico Carta Arqueológica de Vila do Bispo Cartografia Cetárias Cista CIVB-Centro de Interpretação de Vila do Bispo Complexo industrial Concheiro Conservação e Restauro Descobrimentos Divulgação Educação Patrimonial EPAC Escolas & Paisagens de Vila do Bispo Espeleo-Arqueologia Estacio da Veiga Estela-menir Etnografia Exposição Figueira Filme Forte Fotografia Grutas Homem de Neandertal Idade Contemporânea Idade do Bronze Idade do Ferro Idade Média Idade Moderna Iluminados Passeios Nocturnos Ingrina Islâmico Landscape marisqueio Medieval-Cristão Megalitismo menires Mesolítico Mirense mitos & lendas Moçarabe Moinhos Museologia Navegação Necrópole Neo-Calcolítico Neolítico Neolítico Antigo NIA-VB Paleolítico Património Edificado Património natural Património partilhado Pedralva Pesca Povoado Pré-história Proto-história Raposeira Recinto Megalítico/Cromeleque Referências RMA Romano Roteiro Sagrado Sagres Salema Santos Rocha São Vicente Seascape Toponímia Vila do Bispo Villa Romana
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Ermida de Nossa Sr.ª da Guadalupe | Raposeira



«A este “objecto” que conseguiu resistir aos terramotos que assolaram a região, considerado monumento nacional, têm sido atribuídas diversas paternidades. Todas as fontes o classificam como romano-gótico. Alguns pensam-no como pertença dos Templários, datando-o do século XIII. Para outros é contemporâneo do Infante D. Henrique. Por último, Alberto Iria dá-o como provável do reinado de D. Fernando, chegando a atribuí-lo ao seu “mestre de pedraria” e “vedor de obras João Garcia Toledo” baseando-se numas iniciais encontradas na “mísula esquerda do primeiro arco”. Adianta a possibilidade de ter sido mandada construir por algum “rico lavrador” ou “armador de pesca” que se tivesse libertado, assim como sua mulher e filho (baseando-se na chave da abóbada com três rostos), do cativeiro sofrido às mãos dos mouros.
São imensas as referências a esta ermida durante o longo período em que o Infante D. Henrique permaneceu na região, nela ouvindo missa e recolhendo-se, sem que nunca se afirmasse ter ele estado ligado à sua fundação.»



Curioso será o facto de existir um menir junto desta ermida, atestando um remoto interesse por aquelas paisagens e uma certa continuidade ritual daquele local. Trata-se de um menir de grés, grosseiramente afeiçoado, com 167 cm de comprimento e 98 cm de largura.